Prefeitura diz que não enfeitará as ruas para o Natal e que dinheiro não será utilizado

Ao fazer o uso da tribuna no Tema Livre, durante a sessão da última terça-feira (8), o vereador Divaldo Garotinho fez uma cobrança à Secretaria de Cultura sobre a ausência de decorações natalina na região central da cidade de Salto.

“Estamos em 7 de dezembro e até agora nada de enfeites natalinos na nossa cidade. Semana passada, andando nos comércio fui cobrado por enfeitar as ruas. E ficamos com a cara no chão. No ano passado o secretário da Cultura, que foi tão elogiado pela decoração na Praça XV, pela Casa do Papai Noel, com a criançada fazendo fila para tirar fotos e agora, não vi sequer dez lampadinhas enfeitando as ruas da cidade”, afirmou o vereador.

Garotinho citou um possível desânimo na administração pública, em especial ao ex-secretário de Cultura, Sandro Bergamo, após a derrota na eleição, já que o mesmo saiu candidato a vice-prefeito ao lado de Geraldo Garcia. “Vamos animar, Secretário. Não é porque perdeu a eleição que vai jogar a toalha. Eu acredito que a secretaria de Cultura tem uma programação, independente do resultado da eleição. Ou tinha dois planos?”, questionou.

O vereador ainda comparou com as cidades da região e disse que os saltense poderão escolher fazer compras em Itu ou Indaiatuba. “Ai você vai pra Indaiatuba você tudo enfeitado, Itu está tudo enfeitado, Sorocaba está tudo enfeitado, e aqui está pra trás. O comerciante paga seus impostos e espera que no final do ano terá uma ajuda da prefeitura para atrair os consumidores, mas já estamos em 10 de dezembro e nada de enfeites nas ruas e na praça XV”.

O PRIMEIRAFEIRA questionou a Prefeitura de Salto que respondeu apenas que devido à pandemia, o município não realizará a decoração natalina no centro da cidade e nem a realização evento de Natal na Praça XV como nos anos anteriores. “O recurso que estava reservado para esta finalidade não será utilizado”, finaliza a nota.

Vereador fala que comércio deveria funcionar até às 22h

Na oportunidade, o vereador Garotinho ainda opinou sobre o horário de funcionamento do comércio. Para ele, as lojas deveriam funcionar até às 22h, justamente para evitar as aglomerações. “Entendemos que quando reduz o horário, acaba concentrando mais as pessoas. Se conseguíssemos fazer com que o comércio funcionasse até às 22h, daria uma folga para que as pessoas façam suas compras. Que a prefeitura repense isso. Está tão difícil para o comerciante…”, concluiu.

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