Prefeitura desmente informação sobre atraso nos salários dos médicos do Hospital Municipal

O vereador Edemilson Pereira dos Santos usou a Tribuna da Câmara na sessão desta semana para fazer uma grave acusação. Segundo ele, algumas cirurgias haviam sido canceladas na instituição porque os médicos não estariam recebendo os salários.

“Chegou a informação que foram canceladas cirurgias eletivas porque não pagaram os médicos. Ou seja, eles estão sem receber. Tivemos o adiamento de cirurgias por causa da pandemia e agora a situação continua a mesma. Estou aguardando a confirmação do Secretário de Saúde (Fernando Amâncio). Até então as informações que tenho, conforme inclusive declaração na audiência da Saúde que o município está fazendo o repasse ao instituto”, disse o vereador no plenário.

O caso chegou a ser desmentido, na mesma sessão, pelo vereador Vinicius Saudino. O líder do prefeito na Câmara garantiu que os pagamentos estão em dia e cutucou Edemilson. “Se o vereador puder me dizer o nome dos médicos, agradeço, pois estive conversando com o secretário de Saúde e ele disse que, ao contrário, os médicos tiveram um reajuste. Essa informação é mentirosa”, disse Saudino.

A reportagem do PRIMEIRAFEIRA questionou a Prefeitura de Salto sobre a questão. Em resposta, o Poder Executivo que ressaltou se trata de uma informação inverídica. “A afirmação do vereador (Edemilson) não possui verdade alguma. Os repasses estão rigorosamente em dia e inclusive os médicos terão reajustes de valores. Se existe verdade na fala que ele aponte um médico que está sem receber”, questionou a Prefeitura.

Afirmação de Cícero Landim também é desmentida

Na sequência do vereador Edemilson, foi a vez de Cícero Landim falar sobre a saúde pública, também usando alegações que, segundo a Prefeitura, não são verdadeiras. Cícero falou que uma grande quantidade de vacinas havia se perdido por conta da falta de energia elétrica no posto de Saúde do Jardim São João, devido a um furto de cabos de energia no final de semana, fato que foi prontamente negado pela administração.

O vereador também relatou que o Conselho Regional de Farmácia teria aplicado uma multa na Secretaria de Saúde por conta da falta de um termômetro em uma geladeira de uma farmácia vinculada à rede pública de Saúde. “Eu fui na farmácia verificar a situação daquelas geladeirinhas em que são colocadas as vacinas. Ai, nela tem um termômetro que afere a temperatura dos produtos, que devem ser aferidos de hora em hora. Esse termômetro está quebrado desde o dia 18 de junho. O Conselho Regional de Farmácia foi lá e aplicou uma multa na Prefeitura, por não ter esse termometro. Isso é gestão?”, questionou.

O Executivo, por sua vez, respondeu que as informações não procedem. “Em primeiro lugar é necessário informar ao nobre vereador que a Prefeitura Municipal não possui nenhuma Farmácia vinculada à Rede Farmácia Popular do Brasil, desde 2014. Quanto a multa também não procede tal afirmação”.

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