Miguel Dutra: um compositor ituano

Em outras prosas, já conversamos aqui sobre o artista ituano Miguel Dutra, discutimos suas obras de arte e sua breve biografia. Miguelzinho, como era conhecido na cidade, é uma daquelas personalidades que merece ser lembrada pela sua atuação em prol do desenvolvimento cultural da cidade e região.

Miguel Arcanjo Benício da Assunção Dutra foi seu nome de nascimento, seus pais eram descendentes de escravos libertos. Ainda criança, tocou com o padre Jesuíno do Monte Carmelo, outra figura importante para a história cultural da cidade.

O artista teve um destaque na pintura de aquarelas, sendo uma delas o Convento Franciscano São Luís de Tolosa, tendo na obra um destaque para o Cruzeiro Franciscano, importante ponto turístico para a cidade que está passando por um projeto de restauro pelos técnicos de uma empresa de arqueologia e restauro.

Pois bem, o objetivo deste texto é analisar o Miguel Dutra compositor, isso mesmo, Miguelzinho músico ituano. As informações para esta prosa foram retiradas da exposição “Miguel Dutra: um compositor ituano”, desenvolvida em 2020 pelo Museu da Música – Itu e está disponível no site da instituição pelo endereço: http://www.museudamusicaitu.com.br/mostra-virtual/.

Miguel Dutra estudou música no Convento Franciscano de Itu, foi compositor de músicas sacras e profanas. Foi professor de piano-forte e atuou como organista. Foram compostas trinta e cinco músicas polifônicas, algumas com acompanhamento para violino e flauta. As doze músicas profanas que compôs eram para piano-forte e para alunos.

Caso tenha despertado a curiosidade para conhecer mais sobre o Miguel Dutra músico, recomendo uma visita no site do Museu (link já indicado) e, assim que estivermos livres da pandemia, uma visita presencial onde poderemos prosear muito mais sobre o assunto.

Um bom fim de semana a todos.

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