Laudo deve apontar causas de cratera que se abriu no Jardim Santa Cruz

Em pleno dia de Natal duas famílias tiveram uma ingrata surpresa ao verem um vazamento de água em frente às residências, localizadas na Rua Rangel Pestana, no Jardim Santa Cruz. O que parecia ser mais um problema de encanamento, se tornou uma verdadeira dor de cabeça para esses moradores. Uma obra emergencial precisou ser realizada pelo SAAE, causando rachaduras nas paredes e obrigado os cidadãos a deixarem as residências, sob o risco de ver as moradias desabarem.

Desde então, os técnicos do SAAE e a Prefeitura buscam entender o que ocorreu. Segundo a autarquia, desde o conhecimento do fato, equipes da autarquia, juntamente com as Secretarias de Defesa Social, Obras e Ação Social, têm feito investigações no local para buscar as origens dos danos. “Um relatório está sendo produzido para esclarecer os fatos. Infelizmente a equipe de engenheiros não conseguiu concluir no decorrer desta semana e por se tratar de um assunto delicado, precisamos de tempo para a análise do todo”, explicou, por meio de nota, a autarquia.

Procurada pela reportagem do PRIMEIRAFEIRA, a Prefeitura disse apenas que aguarda a apuração do laudo para tomar as medidas cabíveis ao ocorrido.

Situação dos moradores

Nem é preciso explicar muito para entender o quanto devem estar preocupados os moradores das duas casas que foram atingidas. O vereador Gideon Tavares, juntamente com o vice-prefeito Edemilson Santos, esteve no local. Segundo ele, a situação de uma das residências é bem grave, com afundamento do piso, parede e até a laje. No caso da outra, apenas o muro. Até mesmo a rua afundou. O vazamento pode ser antigo, tendo começado há meses, num cano que estava sob a calçada.  Num primeiro momento as duas famílias foram para o hotel. “Eu vou acompanhar de perto a situação para garantir os direitos dos moradores, afinal a situação de uma das casas é séria. Eles precisam de apoio nesse momento”, afirmou Gideon.

Inês Nunes de Souza, moradora do bairro há 28 anos, contou que está num hotel, subsidiada pela Prefeitura, e disse ter recebido a promessa de voltar para o local dentro de um mês (o que seria em aproximadamente duas semanas). “Um engenheiro falou comigo. Ele garantiu que minha casa não está correndo risco, mas há uma trinca grande no canto da parede, do lado de fora”, disse.

A moradora contou que temeu pela segurança dela e do local. “O problema começou no dia 25 de dezembro, com um vazamento de água na calçada, na frente da minha casa e na da minha vizinha. No domingo (26), quando acordei, tinha um pessoal da Prefeitura abrindo um buraco na calçada para mexer no vazamento. A Defesa Civil foi acionada e estávamos com uma imensa rachadura na parede. Foi por Deus que não desabou. Eles informaram que eu teria de sair por precaução”, contou.

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