Laerte e Edemilson garantem que irão solucionar o problema da água em dois anos

A estiagem que atinge a grande maioria dos municípios paulistas tem colocado em colapso o sistema de distribuição de água em Salto, a ponto de, no último domingo (22), o fornecimento fosse interrompido para quase toda a cidade, uma vez que já não estava sendo possível captar água no Ribeirão Piraí, que abastece 80% dos cidadãos saltenses.

Mesmo diante do enorme problema, o prefeito Laerte Sonsin, juntamente com seu vice, Edemilson dos Santos, garantiram em uma live nas redes sociais, na noite da última quarta-feira (25) que resolverão o problema da falta d’água. “Nós vamos resolver o problema da falta de água da cidade, mas exige tempo”, afirmou o chefe do Executivo.

Laerte falou que o Saae já está empenhado em algumas ações e fazendo estudos para a criação de novas formas de fornecimento de água. Entre essas ações estão a criação dos chamados poços profundos e a construção de novas represas no Ribeirão Buru. “O Saae não está parado e a solução para resolver o problema da falta d’água, que nós vamos resolver, exige tempo. Vamos fazer a captação de água por poço profundo. O Saae já contratou uma empresa para fazer pesquisa, pois não pode perfurar em qualquer lugar e muito em breve serão perfurados os poços de captação profunda. Vamos fazer no Ribeirão Buru duas pequenas represas, as quais já estão sendo elaborados os projetos, e fazer também a ETA Pedra Branca, outra em fase de projeto”, detalhou. “Não são medidas feitas de uma hora para a outra. Exigem recursos elevadíssimos, tempo, projetos”, completou o prefeito.

O vice-prefeito também falou que está agendado para outubro o desassoreamento do ribeirões Buru e Piraí, o que só não é feito no presente momento, devido à situação climática. “Nosso foco é a construção de represas para no próximo ano, ou no máximo até 2023, estarmos com esse problema sanado”, alegou.

Laerte esclarece “mentiras” publicadas nas redes sociais

O chefe do Executivo também fez questão de esclarecer alguns boatos que estariam sendo divulgados em redes sociais. Laerte Sonsin afirmou que, em nenhum momento, foi interrompida a obra na barragem do Piraí e que a construção da ETA do Rio Jundiaí não está travada. “São mentiras maldosas que estão rolando nas redes sociais. Em nenhum momento interrompemos o projeto da barragem do Piraí. Isso é mentira deslavada, inclusive até passível de processo criminal e civil. O processo está em andamento e há uma questão jurídica de desapropriação que não desenrolou. A segunda mentira é que paramos o projeto da ETA do Jundiaí. Não parou, ao contrário, nós destravamos. Já fizemos seis reuniões com a gerente da Caixa para tratar desse assunto, mas não depende do município, mas sim de outros órgãos. E mesmo que tivesse o dinheiro, é obra de dois anos”, justificou.

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