Gestão Geraldo Garcia deixou Salto com o pior desempenho regional em ranking de desenvolvimento sustentável

Um levantamento divulgado no último dia 23 de março, pelo Programa Cidades Sustentáveis, em parceria com o Sustainable Development Solutions Network, organização vinculada à ONU, classificou a cidade de Salto como a pior da região no cumprimento de metas e compromissos voltados ao desenvolvimento sustentável e ao enfrentamento dos principais problemas globais.

No Índice de Desenvolvimento Sustentável das Cidades – Brasil (IDSC-BR), Salto figura na 160ª colocação (com 60,6 pontos) entre 770 cidades brasileiras que foram analisadas, muito distante das cidades vizinhas. Porto Feliz foi a mais bem classificada, ficando na 10ª posição geral; Indaiatuba foi a 20ª e Itu a 41ª no ranking.

A iniciativa se liga à Agenda 2030, uma agenda mundial apresentada em 2015 pela ONU aos países-membros que estabeleceu uma série de metas. Dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), Salto cumpriu até o momento apenas um: “Energias Renováveis e Acessíveis”, que garante acesso à energia elétrica aos domicílios. Dentre os outros itens, oito deles foram classificados como “Há desafios a serem atingidos”.

Entre esses desafios, o levantamento cita a conclusão do cadastramento de famílias inscritas em programas sociais, reduzir a perda de água, investimento em infraestrutura, população atendida por coleta seletiva, reduzir emissões de CO2 per capita, proteção da vida marinha e investimento público para desenvolvimento sustentável.

O item que trata sobre trabalho aponta “desafios significativos” a serem realizados, em especial, a redução do desemprego entre jovens e adultos.

Já em outros sete itens, o levantamento aponta que “há grandes desafios” a serem realizados. O contexto desses itens trata sobre a erradicação da fome, oferecimento de saúde e educação de qualidade, igualdade de gênero, proteção da vida terrestre e violência.

O índice faz uso dos dados mais atualizados disponíveis em nível nacional, a partir de 88 indicadores de fontes públicas e oficiais, com o objetivo de realizar uma avaliação abrangente da distância dos municípios para alcançar as metas dos ODS. A pontuação do índice vai de 0 a 100 e pode ser interpretada como a porcentagem do desempenho de um município para o conjunto dos 17 ODS ou para cada um dos objetivos separadamente. O recorte de 770 municípios foi feito com base em alguns critérios: capitais brasileiras, cidades com mais de 200 mil eleitores, cidades em regiões metropolitanas, cidades signatárias do Programa Cidades Sustentáveis na gestão municipal.

O estudo utilizou os dados mais atualizados disponíveis em fontes públicas e oficiais do Brasil até o ano de 2019.

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