Em três meses, apenas 17% da população foi vacinada

A vacinação contra o Covid-19 continua a passos lentos em todo o país, e em Salto a situação não é diferente. Passados três meses do início da aplicação das vacinas, apenas 17% da população recebeu a primeira dose. Os dados são referentes até quarta-feira (5). Isso significa que dos 119.736 saltenses, de acordo com o IBGE, 20.491 pessoas receberam a primeira dose da vacina. Já a segunda dose da vacina foi aplicada em 10.023 saltenses. Até o momento já receberam a vacina pessoas de 60 anos para cima.

Nesta semana, o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, anunciou que o instituto irá entregar ao Ministério da Saúde, na próxima semana, mais três milhões de vacinas da Coronavac, sendo um lote de dois milhões de doses na segunda-feira (10) e um milhão de doses na quarta-feira (12).

Segundo Covas, até dia 14, também devem ser enviadas mais cinco milhões de doses do imunizante referentes ao IFA de três mil litros entregues pela Sinovac. Ainda, daqui 15 dias, devem ser autorizadas a liberação de mais duas milhões de doses. No entanto, após essa data, o diretor afirmou que não há mais matéria para a produção da vacina.

Dimas Covas afirmou que, neste momento, há negociações com a China para embarque de matéria-prima correspondente de seis a oito mil litros do IFA, mas que há sinalização de redução desse volume para dois mil litros.

“Isso nos preocupa muito porque dependemos da chegada da matéria-prima o quanto antes para regularizarmos a entrega para o Ministério da Saúde. E todas essas idas e vindas do governo federal é claro que tem um impacto no ritmo de liberação”, pontuou. Segundo ele, a entrega do imunizante está acontecendo, mas em uma quantidade menor do que poderia acontecer. “Tanto o Butantan quanto a Sinovac têm capacidade de processar maior número de vacinas, essa é a grande questão”.

Na última segunda-feira (3), com um discurso onde tentou não atribuir culpa a nenhum dos principais fornecedores de vacina do país ao atraso na entrega dos imunizantes, que retarda o prosseguimento do Plano Nacional de Imunização (PNI), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, falou durante webinar promovido pela Fiesp, que está “muito entusiasmado” com a possibilidade de vacinar toda a nossa população brasileira até o final do ano, que, segundo ele, é uma meta “absolutamente plausível”.

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