Casa do vice-prefeito é alvo de manifestação por falta d’água

Na noite da última segunda-feira, um grupo de moradores da cidade se dirigiu até a residência do vice-prefeito, Edemilson Pereira dos Santos, para protestar contra a falta de água que atinge diversos bairros da região do Jardim Santa Cruz. Momentos antes da manifestação, o mesmo grupo de pessoas, na maioria moradores do Condomínio Parque Solar dos Sabiás, esteve reunido com o superintendente do Saae, Ernivan Balieiro, para debater o assunto.

No momento da manifestação, Edemilson não estava em sua casa. Ao PRIMEIRAFEIRA, o vice-prefeito explicou a situação e mostrou indignação a atitudes que considera “politiqueiras” e de “cunho pessoal”.

PRIMEIRAFEIRA: Como você classifica a atitude daquelas pessoas?

Edemilson – Eu entendo que todos estão esgotados, pois não é fácil ficar sem água, um direito de todos. Mas, eu também fiquei, compreendo e tenho empatia. No fim de semana eu estive acompanhando as equipes de caminhão-pipa e atendendo a todos que me procuraram. Porém, manifestos desrespeitosos e agressivos, inclusive envolvendo minha família eu não tenho que aprovar. Poderiam ter ido até a Prefeitura Municipal para fazer o protesto. Sou a favor de manifestos, desde que não sejam de cunho pessoal e politiqueiro para atingir a família. Eu saio cedo e trabalho até tarde todos os dias, me encontrariam na Prefeitura, assim como o prefeito. Estávamos trabalhando e, no mesmo instante que ocorreu o fato, o superintendente do Saae estava atendendo os organizadores do manifesto e esclarecendo sobre o abastecimento da água.

PF: Em algum momento foi explicado o por quê eles fizeram aquilo?

Edemilson – Como eu não estava na casa, não. Se eu ali estivesse teria saído para atender e conversar com todos de maneira pacífica e ordeira. Não fujo das responsabilidades e as obrigações. Mas, estamos tomando as providências e informando rotineiramente tudo, inclusive em nossas ‘lives’ toda quarta-feira. Um problema crônico de décadas que estamos dispostos a resolver. Está no nosso Plano de Governo.

PF: Sua residência chegou a ser danificada?

Edemilson – Não. Segundo as filmagens das câmeras, chegaram em carreata com buzinaços, panelaço, gritando palavras de ordem, ofensas, gritos de que entrariam para tomar banho na minha casa, sendo que também fiquei sem água. O bairro Santa Marta, onde moro, foi um dos afetados.

PF: Você tomou alguma providência em relação ao ocorrido?

Edemilson – Estão chegando informações sobre os organizadores e demais envolvidos, quando em seguida eu e minha esposa (que tinha acabado de chegar na casa no momento e passou por constrangimento), vamos tomar as providências, pois nota-se que foi realizado com outras intenções, visto que o manifesto ocorreu em frente ao SAAE, na rua 9 de Julho, e terminou na frente da minha casa.

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