Auxílio Brasil terá reajuste de 20% em benefícios para famílias carentes

Com a previsão de atender até 16 milhões de famílias a partir de novembro, o Auxílio Brasil, programa que pretende substituir o Bolsa Família, exigirá inscrição ou atualização no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) para os trabalhadores informais de baixa renda. Além dos dados atualizados no CadÚnico, a família deve ter renda mensal de meio salário mínimo por pessoa (R$ 550, atualmente) e renda mensal total de até três salários mínimos (R$ 3,3 mil, em valores atuais).

A exigência não vale para quem recebe o Bolsa Família. Nesse caso, a migração para o novo programa será automática, segundo o Ministério. O Auxílio Brasil trará um reajuste de 20% aos benefícios pagos pelo Bolsa Família, conforme anunciou o ministro da Cidadania, João Roma. Será um programa permanente que deve atender cerca de 17 milhões de famílias, ou 50 milhões de pessoas. O programa é parte dos R$ 400 prometidos pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido). O complemento deve ser pago por meio de um auxílio extra e temporário, que depende da aprovação da PEC (proposta de emenda à Constituição) dos Precatórios.

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