A mensagem diária de Deus!

Prezados leitores, espero encontrá-los bem. Hoje faço minha homenagem há duas pessoas que representaram muito em minha vida. Uma é minha querida professora Maria Francisca de Campos Bicudo. Excelente professora, pessoal em que me espelho quando entro em sala de aula. Amorosa, dedicada e responsável com a qualidade do ensino. Tenho certeza que marcou a minha vida e de muitas pessoas. A outra homenagem é a um amigo, Dimas Constant. Trabalhou comigo na SACS (Eucatex). Um exemplo de profissional. Pessoa que me ensinou muitas coisas quando eu era office boy (início de carreira). Hoje ele é diácono na Igreja católica e se dedica a essa missão. Um grande abraço aos dois e muito obrigado

Veremos uma história baseada em fatos reais que tem muito a nos ensinar. Deve acontecer diariamente, em todos os lugares, até mesmo perto de nós. São ocasiões em que podemos sentir a presença de Deus em nossa vida. O texto é de autor desconhecido, mas está publicado no blog Análise e Crítica, a qual faço a devida citação (http://analiseecritica.blogspot.com/2009/08/um-texto-lindo-para-refletir.html)

Uma História Real

Nos Estados Unidos, mais precisamente em Nova Iorque, existe uma escola que se dedica ao ensino de crianças especiais. Algumas crianças ali permanecem pôr toda a vida escolar, enquanto outras podem ser encaminhadas a escolas comuns. Em um jantar beneficente que ocorreu nessa escola , o pai de uma criança fez um discurso que nunca mais seria esquecido pelos que ali estavam presentes.

Depois de elogiar a escola e seu dedicado pessoal, perguntou ele:
“Onde está a perfeição em meu filho Pedro, se tudo o que DEUS faz é
feito com perfeição? Meu filho não pode entender as coisas como outras crianças entendem.

Meu filho não pode se lembrar de fatos e números como as outras crianças. Então, onde está a perfeição de Deus?”

Todos ficaram chocados com a pergunta e com o sofrimento daquele pai. Mas ele continuou:

“Acredito que quando Deus traz uma criança especial ao mundo, a perfeição que Ele busca está no modo como as pessoas reagem diante desta criança.”

Então ele contou a seguinte história sobre o seu filho Pedro:

“Uma tarde, Pedro e eu caminhávamos pelo parque onde alguns meninos que o conheciam, estavam jogando beisebol.

Pedro perguntou-me:

– Papai, você acha que eles me deixariam jogar?

Eu sabia das limitações do meu filho e que a maioria dos meninos não o queria no time.

Mas entendi que se Pedro pudesse jogar com eles, isto lhe daria uma confortável sensação de participação.

Aproximei-me de um dos meninos no campo e perguntei-lhe se Pedro poderia jogar.

O menino deu uma olhada ao redor, buscando a aprovação de seus companheiros de time e mesmo não conseguindo nenhuma aprovação, ele assumiu a responsabilidade e disse:

– Nós estamos perdendo pôr seis rodadas e o jogo está na oitava.

– Acho que ele pode entrar em nosso time e tentaremos colocá-lo para bater até a nona rodada.

Fiquei admirado quando Pedro abriu um grande sorriso ao ouvir a resposta do menino.

Pediram então que ele calçasse a luva e fosse para o campo jogar. No final da oitava rodada, o time de Pedro marcou alguns pontos, mas ainda estava perdendo pôr três.

No final da nona rodada, o time de Pedro marcou novamente e agora com dois fora e as bases com potencial para a rodada decisiva, Pedro foi escalado para continuar.

Um questionamento, porém, veio à minha mente: o time deixaria Pedro, de fato, rebater nesta circunstância e jogar fora a chance de ganhar o jogo? Surpreendentemente, foi dado o bastão a Pedro.

Todo o mundo sabia que isto seria quase impossível, porque ele nem mesmo sabia segurar o bastão.

Porém, quando Pedro tomou posição, o lançador se moveu alguns passos para arremessar a bola de maneira que Pedro pudesse ao menos rebater. Foi feito o primeiro arremesso e Pedro balançou desajeitadamente e o perdeu.

Um dos companheiros do time de Pedro foi até ele e juntos seguraram o bastão e encararam o lançador.

O lançador deu nova mente alguns passos para lançar a bola suavemente para Pedro.

Quando veio o lance, Pedro e o seu companheiro de time balançaram o bastão e juntos rebateram a lenta bola do lançador. O lançador apanhou a suave bola e poderia tê-la lançado facilmente ao primeiro homem da base, Pedro estaria fora e isso teria terminado o jogo.

Ao invés disso, o lançador pegou a bola e lançou-a em uma curva, longa e alta para o campo, distante do alcance do primeiro homem da base. Então todo o mundo começou a gritar:

– Pedro, corra para a primeira base. Corra para a primeira.

Nunca em sua vida ele tinha corrido…

Mas saiu em disparada para a linha de base, com os olhos arregalados e assustado. Até que ele alcançasse a primeira base, o jogador da direita teve a posse da bola. Ele poderia ter lançado a bola ao segundo homem da base, o que colocaria Pedro para fora, pois ele ainda estava correndo. Mas o jogador entendeu quais eram as intenções do lançador, assim, lançou a bola alta e distante, acima da cabeça do terceiro homem da base.

Todo o mundo gritou:

– Corra para a segunda, corra para a segunda base. Pedro correu para a segunda base, enquanto os jogadores à frente dele circulavam deliberadamente para a base principal.

Quando Pedro alcançou a segunda base, a curta parada adversária colocou-o na direção de terceira base e todos gritaram:

– Corra para a terceira.

Quando Pedro contornou a terceira base, os meninos de ambos os times correram atrás dele gritando:

– Pedro, corra para a base principal.

Pedro correu para a base principal, pisou nela e todos os 18 meninos o ergueram nos ombros fazendo dele o herói, como se ele tivesse vencido o campeonato e ganhado o jogo para o time dele.”

“Naquele dia,” disse o pai, com lágrimas caindo sobre face, “aqueles 18 meninos alcançaram a Perfeição de Deus. Eu nunca tinha visto um sorriso tão lindo no rosto do meu filho!”

O fato é verdadeiro e ao mesmo tempo nos causa tanta estranheza!

Para refletir: Todos precisamos parar alguns momentos para pensar naquilo que é realmente importante na vida. A amizade e a solidariedade nunca sairão de moda. Basta querermos!

Existem muitas pessoas precisando da nossa atenção, carinho etc. E, às vezes, pequenos gestos para nós fazem uma grande diferença para muitas pessoas. Um exemplo é visitar uma casa de repouso, ir tomar um café com aquela tia que mora sozinha, jogar futebol ou brincar com os seus filhos etc.

São pequenos gestos que demonstram a maravilha da obra de Deus.

Que Deus abençoe a todos e aproveitem os momentos com e aproveitem os momentos com a sua família.


Prof. me. Laerte Zotte, Jr. –  Professor na Fatec de Indaiatuba. Professor conteúdista da USF- Universidade São Francisco EaD. Consultor, palestrante e escritor.

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